São as construções sociais que classificam as pessoas em determinado gênero vinculando à eles valores e assim é que surgiu a divisão dos seres humanos em homens e mulheres, desconsiderando a diversidade e predominando as diferencias anatômicas e sexuais e assim, desde o início da história a construção dos gêneros em diferentes organizações sociais, ocorreu através da produção de diferenças e desigualdades, o que ocorre gradualmente desde a infância fortemente influenciado pela educação familiar.
Homens e mulheres constroem seu modo de ser e de sentir sua identidade, a partir de parâmetros sociais compartilhados por muitos.
A escola é um espaço com a tarefa fundamental de trabalhar visando superar a discriminação e violência àqueles que são considerados diferentes.
Aos professores cabe um olhar crítico sobre as relações de gênero e combater a educação sexista e a intolerância.
Uma escola inclusiva deve trabalhar visando que haja respeito em sala de aula diante das diferenças, deve ser um espaço acolhedor com ideal de superar as desigualdades sociais, não deve se omitir diante da compreensão da sexualidade como direito humano, assunto trabalhado nos PCNs no que diz respeito aos Temas Transversais.
O professor deve aproveitar todas as oportunidades para dialogar com seus alunos sobre padrões, caso contrário poderá ser um agente da manutenção de uma hierarquia social de preconceitos e injustiças e que pode punir os considerados fora do padrão para as classes dominantes. A homofobia na escola leva ao afastamento, rejeição e humilhação.
Precisamos trabalhar de forma consciente e segura visando quebrar esse ciclo que está envolvendo nossos alunos de forma sufocante, as crianças estão expostas às influências do meio, pois nada é inerte, estático, então precisamos estar ciente da importância do nosso papel de educadores comprometidos em superar as desigualdades
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